Inicialmente fui contratado para criar um planejamento de divulgação do segundo mês da campanha em diante. O que é BEM raro. Nunca conheci um freela de planejamento na minha vida e não nutro grandes esperanças de conseguir mais um job desses. Para que isso tenha acontecido, é claro, não poderia ser bolinho.

O prazo era apertado, não havia feedback com os envolvidos para tirar qualquer dúvida, o cliente já havia descartado uma agência muito boa que tinha realizado o mês anterior e ainda havia uma série de restrições como: não sabemos qual é a verba, não sabemos qual é o tema do festival… ou seja… bem desafiador.

Semanas depois fui contratado para tocar todo o operacional (com exceção de AdWords que foi feito pela agência), escrever sobre cinema no site do festival, alimentar o Twitter e orkut. Aceitei mega feliz. Como o trabalho de divulgação planejado foi pensado na estrutura da agência, me vi pela primeira vez obrigado a quarteirizar o serviço (com consentimento do empregador) para incluirmos também divulgação em mídia impressa.

Momento feliz: Os textos sobre microcurtas e curta metragens que escrevi no site chamou a atenção dos organizadores do festival e fui convidado para palestrar na Caixa Cultural do Rio de Janeiro. Foi minha primeira experiência como palestrante. Bem edificante. :)

Momento chato: Ter de negar a “renovação de contrato” com a agência contratante por motivos profissionais. Estava no processo de fundação da Bumaiê, onde fui sócio até o final de 2009.