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Eu não fiz, mas fiz coisa melhor: um texto enorme que dividirei em 4 partes para serem incorporadas em 4 vídeos que terei o total desprazer em produzir pelas seguintes razões:

  • Não sou diretor de vídeos.
  • Muito menos ator.
  • Minha dicção está longe de ser razoável.
  • Sou feio, mas não o tipo de feio de aparência cômica.

Farei pelo simples fato de acreditar que dessa forma estarei facilitando transmitir meu texto de uma maneira mais abrangente, fácil e agradável (apesar da minha fuça) para vocês e todos os outros que normalmente na web não possuem a paciência suficiente para ler mais de 3 parágrafos e precisam de um texto com bullets.

Tô adoentado desde ontem a noite e não sei se conseguirei escrever algo decente para hoje.

Ontem a saída rápida de fazer graça com o próprio sketch foi uma solução para que pudesse terminar a tempo e ir para a cama mais cedo. Não que eu acho que isso tenha comprometido a qualidade do trabalho, porque preciso mesmo fazer uns sketches menores. Originalmente havia muito mais material, mas já estava ficando difícil enxergar a tela de tanta coriza.

Ainda tenho um freela para resolver até sexta que definitivamente não pagará minha recente conta com o advogado. Acho que os stresses estão se acumulando e baixando minha resistência imunológica.

Vou deixar vocês com um sketch rápido do meu programa preferido de humor na atualidade: That Mitchell and Webb Looks.

Pintou um pequeno freela aqui que me força a pausar rapidamente a continuidade dos sketches. Como vocês tiveram dois anteontem, o de hoje ficou na conta. Tentarei adaptar meu tempo para manter o ritmo por aqui e até o fim de semana no máximo, o blog deve voltar com mais sketches bestas.

Para não perder o bonde, fiquem com um curta de At Last The 1948 Show com John Cleese e Martin Feldman mostrando como se fazia humor em 1967.

Tem careta para quem gosta de careta, nonsense para quem gosta de nonsense e bom texto.

Ao que tudo indica é melhor nem passarem o endereço desse blog pra ninguém. A casa vai mudar ainda esse mês se der mole e estou preparando o terreno para o site novo para os roteiros.

A casa nova será do caralho. Serinho. :)

Depois de um longo hiato, resolvi voltar a blogar constantemente. Foram 7 anos escrevendo bobagens quase diariamente e depois de umas férias, mexi de novo no Flaming Circus e removi a pretensão de ser um anexo ao meu currículo para publicidade.

Não quero mais uma carreira em publicidade. É muito bacana, é muito legal, mas não é o que eu quero para a vida. Ainda quero trabalhos freela. Gosto deles, mas resolvi tentar uma coisa muito doida: tentar trabalhar em algo que amo. Sei que não será fácil, mas não é por isso que não vou tentar ao máximo.

Quero ser roteirista. TV, Teatro ou Cinema… de preferência TV. De preferência humor. De preferência trabalhando com o Guel Arraes na Globo. De preferência ganhando somas astronômicas e completamente irreais. De preferência trabalhando de onde eu quiser.

É claro que estou aberto à contra-proportas.

Então vou publicar aqui roteiros. Atrás desse post tem algumas coisas sortidas que fiz que acho divertidas e não vejo porque apagar. Depois desse post, virão roteiros e outros textos. Uma parte de mim sofre em jogar tudo isso ao vento de graça, mas outra parte de mim entende que é preciso que isso seja interessante o suficiente para chegar aos olhos dos que possam me ajudar com meu sonho… isso me conforta até certo ponto. Pode ser que seja um bom investimento. Verei e se você acompanhar, verá comigo no que diabos isso vai dar.

No início de 2007 parti para um projeto audacioso: fazer um curta metragem decente sem gastar um centavo meu. Coloquei um blog no ar, mandei emails e juntei uma equipe disposta a fazer o filme. As doações foram aparecendo (até dentro de livros meus) e muito em breve tinhamos quase tudo o que precisávamos. Menos alguém para trabalhar como produtor. Tive de exercer a função produtor e diretor (que não recomendo para ninguém).

Era um verão absurdo no Rio e o calor insuportável quase matou a gravação. Em um dia e meio de gravação, todos trabalharam, suaram e foram bem alimentados. Disseram que foi a melhor bóia de um set que já comeram. :)

Infelizmente meu grande amigo que ficou responsável pela pós, teve de dar pra trás depois de enrolar por um ano no negócio. A vida me fez mudar de cidade duas vezes e agora, que estou tendo uma pausa não muito apreciada, vou aproveitar e tentar terminar o filho que precisa de muita colorização para ficar pronto. :P

Aí tá um trecho semi-pronto dele.

Em 2004 depois de proferir que qualquer retardado munido de um PC com placa de som e microfone Leadership (ou genérico) poderia fazer um funk, eis que surge a Montagem do Anel.

A meta aqui foi criar uma “montagem” (sub-gênero de funk carioca) com os seguintes requisitos:

1- Contar as principais cenas de “Senhor dos Anéis” em ordem.

2- Inserir de uma a duas gírias de funk carioca por estrofe.

Como não possuia nenhum material para o copy&paste das faixas, tive de baixar tudo o que pude aqui e ali e cortar na marra os samplers (extraindo das músicas que achei na web). O processo todo levou uma semana e me deu uma dor de cabeça real que durou 24h devido à exposição de ‘batidas’ de funk por uma tarde. Sério. Isso me fez mal à saúde.

Não havendo qualquer intenção comercial ou promocional, a Montagem do Anel foi assinada sob pseudônimos. Eu faço a voz do DJ Bombadil e um amigo que convidei para a segunda voz faz o MC Gandalfo. Por sorte, no momento da gravação, estava presente uma colega que contribuiu com uma passagem. Foi uma surpresa feliz porque ela cantou de maneira muito similar ao original (‘Tapinha não dói’).

Recentemente o popular site Jovem Nerd ressucitou a maldita montagem em seu Nerdcast (que dizem que tem 200.000 ouvintes). Legal para uns, uma completa porcaria para outros. Aí vai um vídeo de um fã que editou cenas do filme com o áudio da Montagem do Anel.

Sobre

O Flaming Circus é meu repositório de roteiros, vídeos, textos e outras produções envolvendo comédia. Uma espécie de portfolio online com criações em sub-gênero de humor e algumas homenagens. Sei lá... é o que eu mais gosto de fazer, sabe?

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